Fulminantes e distraídos.
Totalmente sem compromisso.
E apesar de nada esperar
Tento incessantemente encontrar.
Olhares perdidos
Só por olhar.
Inocentes e sem sentido
Mas que me fizeram te desejar.
De desencontrados e abstraídos
Tornaram-se obcecados.
Os meus, é claro.
Já que os teus não sei o que querem...
Se também buscam os meus,
Seja por prazer ou diversão.
Ou se tudo isso é um delírio meu
Baseado em carência e busca de afeição.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Destroços
Coração partido,
Ideais ultrapassados,
Quando não ridicularizados.
Sem crença nem fé.
Muito menos esperança.
Já se foram os sonhos de criança.
Heróis mortos e vendidos.
Sem nenhuma inspiração,
Sequer uma emoção...
A vida está vazia,
O coração também.
Sem esperança, nem ninguém.
Ideais ultrapassados,
Quando não ridicularizados.
Sem crença nem fé.
Muito menos esperança.
Já se foram os sonhos de criança.
Heróis mortos e vendidos.
Sem nenhuma inspiração,
Sequer uma emoção...
A vida está vazia,
O coração também.
Sem esperança, nem ninguém.
domingo, 2 de outubro de 2011
E eis que chega a primavera - e a poesia volta
Chegou um pouco tímida
Como se não quisesse voltar.
Escondeu-se entre nuvens
Para depois se mostrar.
Não consegui senti-la a princípio.
Não quis me aquecer como antes.
Mas aos poucos foi se aproximando
Como se fôssemos velhos amantes.
Hoje sei que não estou sozinha.
Por mais incerto que seja o caminho.
Sei que tenho sua companhia.
Junto com a primavera e a poesia!!
Como se não quisesse voltar.
Escondeu-se entre nuvens
Para depois se mostrar.
Não consegui senti-la a princípio.
Não quis me aquecer como antes.
Mas aos poucos foi se aproximando
Como se fôssemos velhos amantes.
Hoje sei que não estou sozinha.
Por mais incerto que seja o caminho.
Sei que tenho sua companhia.
Junto com a primavera e a poesia!!
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